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Comunidades quilombolas de Alagoas recebem visita da FPI do São Francisco

Data: 10/11/2018
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Equipes que integram a 9ª etapa da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) do Rio São Francisco, iniciada nesta semana, fizeram visitas a comunidades quilombolas com objetivo de identificar possíveis problemas para propor soluções. A informação foi divulgada neste sábado (10).

Os quilombolas são grupos étnicos, descendentes dos povos escravizados. Entraram no roteiro da FPI as comunidades de Aguazinhas, Caboclo, Cacimba de Barro, Gameleiras, Lagoa do Algodão, além da comunidade de terreiro e da Serrinha dos Cocos, todas no Alto Sertão alagoano.

O trabalho dos técnicos da FPI é verificar formas de viabilizar o convívio das comunidades tradicionais a partir do melhor uso do recursos do Rio São Francisco.

“Nós identificamos as comunidades ou sítios arqueológicos, visitamos as comunidades e fazemos os levantamentos dos reais problemas como fornecimento de água e energia elétrica, por exemplo, relatamos às entidades responsáveis por meio de relatórios e os procuradores podem propor as ações cabíveis”, explica Sérgio Mendes, técnico do Ministerio Público Federal (MPF) e coordenador da equipe.

Além disso, as equipes também fazem levantamento de dados e conversam com os presidentes das associações, líderes comunitários e demais moradores.

“Poder ter esse contato direto e documentar essas histórias é muito importante para as futuras gerações”, ressalta Mendes.

Além do MPF, integram a FPI membros do Ministério Público do Estado de Alagoas (MP-AL), Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Instituto do Meio Ambiente (IMA) e Secretaria de Estado da Mulher e dos Direitos Humanos (SEMUDH).

 

 

Fonte: G1/AL

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