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Estudantes de escola pública de AL desenvolvem xampu natural à base de palma e juá

Data: 08/10/2019

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Estudantes da Escola Estadual Graciliano Ramos, de Palmeira dos Índios, desenvolveram um xampu natural à base de palma e juá. Elas vão apresentar a novidade no Prêmio Sebrae de Educação Empreendedora, o qual visa reconhecer e premiar práticas de educação empreendedora em todo o país.

A cerimônia que divulga os 12 projetos vencedores ocorre nesta terça-feira (08) em Florianópolis.

A unidade de ensino foi classificada na etapa regional do prêmio na categoria ensino médio, com o Projeto Integrador Cuidando da Saúde dos Cabelos

Shampoo Nordestino

Os estudantes dos Projetos Integradores tinham a missão de desenvolver ações e soluções para as demandas existentes em suas comunidades.

Em Palmeira dos Índios, as alunas tiveram a ideia de desenvolver um xampu que é sustentável, higieniza e fortalece os cabelos, oferecendo ainda uma fonte de renda alternativa a pequenos produtores rurais da região.

O resultado não poderia ser melhor: onde foi apresentado, o projeto ganhou elogios e premiações. Ano passado, foi premiado na Arena Empreendedora do Encontro Estudantil da Rede Estadual, e, no início de 2019, foi exposto na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia da Universidade de São Paulo (Febrace-USP), a maior vitrine de jovens cientistas do país.

No segundo semestre do ano, mais dois reconhecimentos: a Menção Honrosa no Desafio Criativos da Escola, o qual premia projetos de crianças e jovens que transformam a realidade de suas escolas e comunidade e o Prêmio Sebrae de Educação Empreendedora.

Estudantes da 3ª série do ensino médio integral, Sabrina Duarte, Daysiane Lopes e Paola Nunes integram o grupo que desenvolveu o xampu. Elas comemoram os resultados já alcançados pelo produto e dizem que, agora, o desafio é aumentar a sua durabilidade.
“Nunca imaginamos chegar tão longe, valeu a pena todo o esforço”, afirma Daysiane. “Buscamos evoluir o projeto e aprendemos muito na nossa participação na Febrace”, complementa Sabrina. Paola conta que os familiares também apoiam a iniciativa das alunas. “Todos abraçaram a ideia e nos incentivam. A repercussão tem sido muito positiva”, relata.

 

 

 

Fonte: G1/AL

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